A fermentação de oleaginosas oferece possibilidades interessantes para a criação de misos com sabores e aromas pouco convencionais. Nesta receita, utilizamos castanha e polpa de pequi, feijão-fradinho e koji de arroz para produzir uma pasta cremosa, rica em umami e com aroma marcante. Inspirados pelas técnicas apresentadas no livro Koji Alchemy, exploramos a atividade das enzimas do koji sobre proteínas, carboidratos e lipídios, responsáveis por transformações que contribuem para a complexidade sensorial. A técnica também pode ser adaptada para outras castanhas e sementes, como baru, castanha-de-caju, pistache, macadâmia e castanha-do-brasil.
Por que a mostarda de Dijon arde no nariz enquanto a pimenta queima a boca? Entenda a química da pungência, descubra por que ela desaparece com o tempo e aprenda a preparar uma mostarda artesanal com vinagre de cúrcuma e vinho laranja.
As folhas de figueira escondem um surpreendente aroma de coco, baunilha e notas vegetais frescas. Exploramos essas características na criação de um licor artesanal, produzido por maceração alcoólica, com graduação aproximada de 24% e baixo teor de açúcar. Conheça a química por trás dos aromas, as técnicas de extração e os cuidados necessários com as furanocumarinas, substâncias naturalmente presentes na figueira que exigem atenção quanto à toxicidade.
Inspirados pela receita de iogurte de doce de leite do chef Rodrigo Oliveira, experimentamos fermentar leite com doce de abóbora. Com oito horas de fermentação a 43 °C, conseguimos uma coalhada firme e cremosa, com acidez equilibrando o dulçor e uma camada extra de doce de abóbora no fundo dos potes.
Quem faz kombucha acaba acumulando SCOBY. Nesta receita, trituramos a película de celulose bacteriana com goiaba e desidratamos a mistura para fazer fruit rolls: folhas flexíveis e mastigáveis que também podem ser preparadas com banana, cupuaçu, maracujá e outras frutas.
Kefir de leite é uma cultura viva de bactérias e leveduras capaz de transformar leite em uma bebida ácida e cremosa. Aprenda a cuidar dos grânulos, controlar tempo e acidez, aproveitar o soro e resolver os problemas mais comuns da fermentação.
As folhas de figueira escondem um surpreendente aroma de coco, baunilha e notas vegetais frescas. Exploramos essas características na criação de um licor artesanal, produzido por maceração alcoólica, com graduação aproximada de 24% e baixo teor de açúcar. Conheça a química por trás dos aromas, as técnicas de extração e os cuidados necessários com as furanocumarinas, substâncias naturalmente presentes na figueira que exigem atenção quanto à toxicidade.
Kefir de leite é uma cultura viva de bactérias e leveduras capaz de transformar leite em uma bebida ácida e cremosa. Aprenda a cuidar dos grânulos, controlar tempo e acidez, aproveitar o soro e resolver os problemas mais comuns da fermentação.
Kefir de água, ou tibicos, é uma cultura viva de bactérias e leveduras mantida em água com açúcar. Aprenda a preparar, cuidar e recuperar seus grânulos, além de usá-los para fazer bebidas gaseificadas, iniciar levain e fermentar massas e grãos.
A fermentação de oleaginosas oferece possibilidades interessantes para a criação de misos com sabores e aromas pouco convencionais. Nesta receita, utilizamos castanha e polpa de pequi, feijão-fradinho e koji de arroz para produzir uma pasta cremosa, rica em umami e com aroma marcante. Inspirados pelas técnicas apresentadas no livro Koji Alchemy, exploramos a atividade das enzimas do koji sobre proteínas, carboidratos e lipídios, responsáveis por transformações que contribuem para a complexidade sensorial. A técnica também pode ser adaptada para outras castanhas e sementes, como baru, castanha-de-caju, pistache, macadâmia e castanha-do-brasil.
Por que a mostarda de Dijon arde no nariz enquanto a pimenta queima a boca? Entenda a química da pungência, descubra por que ela desaparece com o tempo e aprenda a preparar uma mostarda artesanal com vinagre de cúrcuma e vinho laranja.
Inspirados pela receita de iogurte de doce de leite do chef Rodrigo Oliveira, experimentamos fermentar leite com doce de abóbora. Com oito horas de fermentação a 43 °C, conseguimos uma coalhada firme e cremosa, com acidez equilibrando o dulçor e uma camada extra de doce de abóbora no fundo dos potes.